Desvirtude conceitual

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Ele não parava um só minuto: “Por que?”. Eu respondia “por que não?”.
Em seguida perguntava: “Como?”, mas como não? E não tardava e perguntava “Quando?”, para ouvir “não espere não”.
E se me diz “Pare”, eu não paro não, mesmo que diga “Morra!”, eu sinto muito, mas chato não morre.
É a desvirtude conceitual do indivíduo otimista: ser negativo e provocativo.




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